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Novos Cadernos NAEA

 

 

Chamada de artigo para o Dossiê “AMAZÔNIA PÓS-COP 30: VOZES E CONFLITOS DESDE A CÚPULA DOS POVOS”

 

     São várias as perspectivas a partir das quais podemos analisar os processos contemporâneos vivenciados pela Amazônia em sua extensão continental. Sem dúvida, um dos olhares mais significativos e originais que apareceram nos últimos tempos é aquele da sociedade civil, em particular a que participou ativamente das atividades da Cúpula dos Povos e da COP 30 como um todo, em novembro de 2025, em Belém. Pela primeira vez, a maior conferência climática global ocorreu no coração da maior floresta tropical do planeta, trazendo ao centro dos debates mundiais as urgências socioambientais amazônicas e as vozes de seus povos. Este encontro também revelou as tensões estruturais que marcam a região: as históricas relações de dominação econômica e política, perpetuando padrões de exploração dos recursos naturais amazônicos em benefício do capital sudestino e internacional.

       As lideranças participantes dos eventos se mostraram bem informadas sobre os problemas ambientais em geral e os pan-amazônicos em particular, além de preparadas tecnicamente para sustentar um debate crítico que se mostra cada vez mais necessário. De forma legítima, elas reivindicaram maior protagonismo nas decisões planetárias e naquelas que afetam a Amazônia, questionando não apenas a institucionalidade do discurso oficial do governo brasileiro e da Organização das Nações Unidas, mas também denunciando o papel do imperialismo na América Latina para a perpetuação de um modelo de desenvolvimento que subordina essa região a interesses exógenos. A Cúpula dos Povos emergiu, portanto, como espaço fundamental de resistência, onde povos indígenas, comunidades tradicionais, movimentos sociais, pesquisadoras, pesquisadores e ambientalistas vindo de muitos países, confrontaram as narrativas hegemônicas que historicamente silenciaram as vozes do Sul Global.

       Com o lançamento do dossiê temático "AMAZÔNIA PÓS-COP 30: VOZES E CONFLITOS DESDE A CÚPULA DOS POVOS", a Revista NCN busca promover um debate crítico e anti-colonial sobre o pós - COP30 em perspectivas contemporâneas.

       Serão bem-vindos artigos teóricos, resultados de pesquisa empírica e reflexões sobre os temas: mudanças climáticas, transição socioecológica, transição energética, extrativismos, financeirização, conflitos e resistências, restauração de territórios, geopolítica do desenvolvimento e colonialidade, justiça ambiental e padrões de governança socioambiental.  Interesse em especial para análises originais que deem centralidade às vozes e agências críticas dos sujeitos sociais frequentemente marginalizados nos debates oficiais sobre clima e desenvolvimento.

Lançamento da chamada: 28/01/2026

Prazo final para submissões: 13/04/2026

Publicação do dossiê: a partir de junho de 2026 (de forma contínua)

Editores do dossiê: Nírvia Ravena (NAEA/UFPA), Carlos Potiara Castro (FACS/UFPA), Marcos Colón (ASU/EUA), Roberto Goulart Menezes (IREL/UnB), João Paulo Lima Barreto Tukano. (Bahserikowi, NEAI/UFAM, ABC, OTCA), André Fernando Baniwa (SESAI/MS)

Os artigos submetidos para o dossiê devem seguir as condições de submissão disponível em Diretrizes para os autores (https://periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/about/submissions#authorGuidelines) e ser submetidos pelo sistema da revista (https://periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/about/submissions#onlineSubmissions).

       A NCN (https://periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/index), revista de acesso aberto diamante, é considerada a principal publicação científica na área de Ciências Sociais Interdisciplinar especializada em Estudos Amazônicos em nível global. Com índice de aceitação de artigos de 50%, ela é indexada no Web of Science e conta com cerca de 600 citações anuais pelo Google Scholar.

 
Publicado: 2026-03-26
 

Chamada de artigo para o Dossiê “AMAZÔNIA PÓS-COP 30: VOZES E CONFLITOS DESDE A CÚPULA DOS POVOS”

 

        São várias as perspectivas a partir das quais podemos analisar os processos contemporâneos vivenciados pela Amazônia em sua extensão continental. Sem dúvida, um dos olhares mais significativos e originais que apareceram nos últimos tempos é aquele da sociedade civil, em particular a que participou ativamente das atividades da Cúpula dos Povos e da COP 30 como um todo, em novembro de 2025, em Belém. Pela primeira vez, a maior conferência climática global ocorreu no coração da maior floresta tropical do planeta, trazendo ao centro dos debates mundiais as urgências socioambientais amazônicas e as vozes de seus povos. Este encontro também revelou as tensões estruturais que marcam a região: as históricas relações de dominação econômica e política, perpetuando padrões de exploração dos recursos naturais amazônicos em benefício do capital sudestino e internacional.

         As lideranças participantes dos eventos se mostraram bem informadas sobre os problemas ambientais em geral e os pan-amazônicos em particular, além de preparadas tecnicamente para sustentar um debate crítico que se mostra cada vez mais necessário. De forma legítima, elas reivindicaram maior protagonismo nas decisões planetárias e naquelas que afetam a Amazônia, questionando não apenas a institucionalidade do discurso oficial do governo brasileiro e da Organização das Nações Unidas, mas também denunciando o papel do imperialismo na América Latina para a perpetuação de um modelo de desenvolvimento que subordina essa região a interesses exógenos. A Cúpula dos Povos emergiu, portanto, como espaço fundamental de resistência, onde povos indígenas, comunidades tradicionais, movimentos sociais, pesquisadoras, pesquisadores e ambientalistas vindo de muitos países, confrontaram as narrativas hegemônicas que historicamente silenciaram as vozes do Sul Global.

         Com o lançamento do dossiê temático "AMAZÔNIA PÓS-COP 30: VOZES E CONFLITOS DESDE A CÚPULA DOS POVOS", a Revista NCN busca promover um debate crítico e anti-colonial sobre o pós - COP30 em perspectivas contemporâneas.

         Serão bem-vindos artigos teóricos, resultados de pesquisa empírica e reflexões sobre os temas: mudanças climáticas, transição socioecológica, transição energética, extrativismos, financeirização, conflitos e resistências, restauração de territórios, geopolítica do desenvolvimento e colonialidade, justiça ambiental e padrões de governança socioambiental.  Interesse em especial para análises originais que deem centralidade às vozes e agências críticas dos sujeitos sociais frequentemente marginalizados nos debates oficiais sobre clima e desenvolvimento.

Lançamento da chamada: 28/01/2026

Prazo final para submissões: 13/04/2026

Publicação do dossiê: a partir de junho de 2026 (de forma contínua)

Editores do dossiê: Nírvia Ravena (NAEA/UFPA), Carlos Potiara Castro (FACS/UFPA), Marcos Colón (ASU/EUA), Roberto Goulart Menezes (IREL/UnB), João Paulo Lima Barreto Tukano. (Bahserikowi, NEAI/UFAM, ABC, OTCA), André Fernando Baniwa (SESAI/MS).

Os artigos submetidos para o dossiê devem seguir as condições de submissão disponível em Diretrizes para os autores (https://periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/about/submissions#authorGuidelines) e ser submetidos pelo sistema da revista (https://periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/about/submissions#onlineSubmissions).

A NCN (https://periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/index), revista de acesso aberto diamante, é considerada a principal publicação científica na área de Ciências Sociais Interdisciplinar especializada em Estudos Amazônicos em nível global. Com índice de aceitação de artigos de 50%, ela é indexada no Web of Science e conta com cerca de 600 citações anuais pelo Google Scholar.

 

 
Publicado: 2026-03-26
 

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        São várias as perspectivas a partir das quais podemos analisar os processos contemporâneos vivenciados pela Amazônia em sua extensão continental. Sem dúvida, um dos olhares mais significativos e originais que apareceram nos últimos tempos é aquele da sociedade civil, em particular a que participou ativamente das atividades da Cúpula dos Povos e da COP 30 como um todo, em novembro de 2025, em Belém. Pela primeira vez, a maior conferência climática global ocorreu no coração da maior floresta tropical do planeta, trazendo ao centro dos debates mundiais as urgências socioambientais amazônicas e as vozes de seus povos. Este encontro também revelou as tensões estruturais que marcam a região: as históricas relações de dominação econômica e política, perpetuando padrões de exploração dos recursos naturais amazônicos em benefício do capital sudestino e internacional.

         As lideranças participantes dos eventos se mostraram bem informadas sobre os problemas ambientais em geral e os pan-amazônicos em particular, além de preparadas tecnicamente para sustentar um debate crítico que se mostra cada vez mais necessário. De forma legítima, elas reivindicaram maior protagonismo nas decisões planetárias e naquelas que afetam a Amazônia, questionando não apenas a institucionalidade do discurso oficial do governo brasileiro e da Organização das Nações Unidas, mas também denunciando o papel do imperialismo na América Latina para a perpetuação de um modelo de desenvolvimento que subordina essa região a interesses exógenos. A Cúpula dos Povos emergiu, portanto, como espaço fundamental de resistência, onde povos indígenas, comunidades tradicionais, movimentos sociais, pesquisadoras, pesquisadores e ambientalistas vindo de muitos países, confrontaram as narrativas hegemônicas que historicamente silenciaram as vozes do Sul Global.

         Com o lançamento do dossiê temático "AMAZÔNIA PÓS-COP 30: VOZES E CONFLITOS DESDE A CÚPULA DOS POVOS", a Revista NCN busca promover um debate crítico e anti-colonial sobre o pós - COP30 em perspectivas contemporâneas.

         Serão bem-vindos artigos teóricos, resultados de pesquisa empírica e reflexões sobre os temas: mudanças climáticas, transição socioecológica, transição energética, extrativismos, financeirização, conflitos e resistências, restauração de territórios, geopolítica do desenvolvimento e colonialidade, justiça ambiental e padrões de governança socioambiental.  Interesse em especial para análises originais que deem centralidade às vozes e agências críticas dos sujeitos sociais frequentemente marginalizados nos debates oficiais sobre clima e desenvolvimento.

Lançamento da chamada: 28/01/2026

Prazo final para submissões: 13/04/2026

Publicação do dossiê: a partir de junho de 2026 (de forma contínua)

Editores do dossiê: Nírvia Ravena (NAEA/UFPA), Carlos Potiara Castro (FACS/UFPA), Marcos Colón (ASU/EUA), Roberto Goulart Menezes (IREL/UnB), João Paulo Lima Barreto Tukano. (Bahserikowi, NEAI/UFAM, ABC, OTCA), André Fernando Baniwa (SESAI/MS).

Os artigos submetidos para o dossiê devem seguir as condições de submissão disponível em Diretrizes para os autores (https://periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/about/submissions#authorGuidelines) e ser submetidos pelo sistema da revista (https://periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/about/submissions#onlineSubmissions).

A NCN (https://periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/index), revista de acesso aberto diamante, é considerada a principal publicação científica na área de Ciências Sociais Interdisciplinar especializada em Estudos Amazônicos em nível global. Com índice de aceitação de artigos de 50%, ela é indexada no Web of Science e conta com cerca de 600 citações anuais pelo Google Scholar.

 

 
Publicado: 2026-03-26
 

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        São várias as perspectivas a partir das quais podemos analisar os processos contemporâneos vivenciados pela Amazônia em sua extensão continental. Sem dúvida, um dos olhares mais significativos e originais que apareceram nos últimos tempos é aquele da sociedade civil, em particular a que participou ativamente das atividades da Cúpula dos Povos e da COP 30 como um todo, em novembro de 2025, em Belém. Pela primeira vez, a maior conferência climática global ocorreu no coração da maior floresta tropical do planeta, trazendo ao centro dos debates mundiais as urgências socioambientais amazônicas e as vozes de seus povos. Este encontro também revelou as tensões estruturais que marcam a região: as históricas relações de dominação econômica e política, perpetuando padrões de exploração dos recursos naturais amazônicos em benefício do capital sudestino e internacional.

         As lideranças participantes dos eventos se mostraram bem informadas sobre os problemas ambientais em geral e os pan-amazônicos em particular, além de preparadas tecnicamente para sustentar um debate crítico que se mostra cada vez mais necessário. De forma legítima, elas reivindicaram maior protagonismo nas decisões planetárias e naquelas que afetam a Amazônia, questionando não apenas a institucionalidade do discurso oficial do governo brasileiro e da Organização das Nações Unidas, mas também denunciando o papel do imperialismo na América Latina para a perpetuação de um modelo de desenvolvimento que subordina essa região a interesses exógenos. A Cúpula dos Povos emergiu, portanto, como espaço fundamental de resistência, onde povos indígenas, comunidades tradicionais, movimentos sociais, pesquisadoras, pesquisadores e ambientalistas vindo de muitos países, confrontaram as narrativas hegemônicas que historicamente silenciaram as vozes do Sul Global.

         Com o lançamento do dossiê temático "AMAZÔNIA PÓS-COP 30: VOZES E CONFLITOS DESDE A CÚPULA DOS POVOS", a Revista NCN busca promover um debate crítico e anti-colonial sobre o pós - COP30 em perspectivas contemporâneas.

         Serão bem-vindos artigos teóricos, resultados de pesquisa empírica e reflexões sobre os temas: mudanças climáticas, transição socioecológica, transição energética, extrativismos, financeirização, conflitos e resistências, restauração de territórios, geopolítica do desenvolvimento e colonialidade, justiça ambiental e padrões de governança socioambiental.  Interesse em especial para análises originais que deem centralidade às vozes e agências críticas dos sujeitos sociais frequentemente marginalizados nos debates oficiais sobre clima e desenvolvimento.

Lançamento da chamada: 28/01/2026

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Publicação do dossiê: a partir de junho de 2026 (de forma contínua)

Editores do dossiê: Nírvia Ravena (NAEA/UFPA), Carlos Potiara Castro (FACS/UFPA), Marcos Colón (ASU/EUA), Roberto Goulart Menezes (IREL/UnB), João Paulo Lima Barreto Tukano. (Bahserikowi, NEAI/UFAM, ABC, OTCA), André Fernando Baniwa (SESAI/MS).

Os artigos submetidos para o dossiê devem seguir as condições de submissão disponível em Diretrizes para os autores (https://periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/about/submissions#authorGuidelines) e ser submetidos pelo sistema da revista (https://periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/about/submissions#onlineSubmissions).

A NCN (https://periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/index), revista de acesso aberto diamante, é considerada a principal publicação científica na área de Ciências Sociais Interdisciplinar especializada em Estudos Amazônicos em nível global. Com índice de aceitação de artigos de 50%, ela é indexada no Web of Science e conta com cerca de 600 citações anuais pelo Google Scholar.

 

 
Publicado: 2026-03-26
 

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        São várias as perspectivas a partir das quais podemos analisar os processos contemporâneos vivenciados pela Amazônia em sua extensão continental. Sem dúvida, um dos olhares mais significativos e originais que apareceram nos últimos tempos é aquele da sociedade civil, em particular a que participou ativamente das atividades da Cúpula dos Povos e da COP 30 como um todo, em novembro de 2025, em Belém. Pela primeira vez, a maior conferência climática global ocorreu no coração da maior floresta tropical do planeta, trazendo ao centro dos debates mundiais as urgências socioambientais amazônicas e as vozes de seus povos. Este encontro também revelou as tensões estruturais que marcam a região: as históricas relações de dominação econômica e política, perpetuando padrões de exploração dos recursos naturais amazônicos em benefício do capital sudestino e internacional.

         As lideranças participantes dos eventos se mostraram bem informadas sobre os problemas ambientais em geral e os pan-amazônicos em particular, além de preparadas tecnicamente para sustentar um debate crítico que se mostra cada vez mais necessário. De forma legítima, elas reivindicaram maior protagonismo nas decisões planetárias e naquelas que afetam a Amazônia, questionando não apenas a institucionalidade do discurso oficial do governo brasileiro e da Organização das Nações Unidas, mas também denunciando o papel do imperialismo na América Latina para a perpetuação de um modelo de desenvolvimento que subordina essa região a interesses exógenos. A Cúpula dos Povos emergiu, portanto, como espaço fundamental de resistência, onde povos indígenas, comunidades tradicionais, movimentos sociais, pesquisadoras, pesquisadores e ambientalistas vindo de muitos países, confrontaram as narrativas hegemônicas que historicamente silenciaram as vozes do Sul Global.

         Com o lançamento do dossiê temático "AMAZÔNIA PÓS-COP 30: VOZES E CONFLITOS DESDE A CÚPULA DOS POVOS", a Revista NCN busca promover um debate crítico e anti-colonial sobre o pós - COP30 em perspectivas contemporâneas.

         Serão bem-vindos artigos teóricos, resultados de pesquisa empírica e reflexões sobre os temas: mudanças climáticas, transição socioecológica, transição energética, extrativismos, financeirização, conflitos e resistências, restauração de territórios, geopolítica do desenvolvimento e colonialidade, justiça ambiental e padrões de governança socioambiental.  Interesse em especial para análises originais que deem centralidade às vozes e agências críticas dos sujeitos sociais frequentemente marginalizados nos debates oficiais sobre clima e desenvolvimento.

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Editores do dossiê: Nírvia Ravena (NAEA/UFPA), Carlos Potiara Castro (FACS/UFPA), Marcos Colón (ASU/EUA), Roberto Goulart Menezes (IREL/UnB), João Paulo Lima Barreto Tukano. (Bahserikowi, NEAI/UFAM, ABC, OTCA), André Fernando Baniwa (SESAI/MS).

Os artigos submetidos para o dossiê devem seguir as condições de submissão disponível em Diretrizes para os autores (https://periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/about/submissions#authorGuidelines) e ser submetidos pelo sistema da revista (https://periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/about/submissions#onlineSubmissions).

A NCN (https://periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/index), revista de acesso aberto diamante, é considerada a principal publicação científica na área de Ciências Sociais Interdisciplinar especializada em Estudos Amazônicos em nível global. Com índice de aceitação de artigos de 50%, ela é indexada no Web of Science e conta com cerca de 600 citações anuais pelo Google Scholar.

 

 
Publicado: 2026-03-26
 

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        São várias as perspectivas a partir das quais podemos analisar os processos contemporâneos vivenciados pela Amazônia em sua extensão continental. Sem dúvida, um dos olhares mais significativos e originais que apareceram nos últimos tempos é aquele da sociedade civil, em particular a que participou ativamente das atividades da Cúpula dos Povos e da COP 30 como um todo, em novembro de 2025, em Belém. Pela primeira vez, a maior conferência climática global ocorreu no coração da maior floresta tropical do planeta, trazendo ao centro dos debates mundiais as urgências socioambientais amazônicas e as vozes de seus povos. Este encontro também revelou as tensões estruturais que marcam a região: as históricas relações de dominação econômica e política, perpetuando padrões de exploração dos recursos naturais amazônicos em benefício do capital sudestino e internacional.

         As lideranças participantes dos eventos se mostraram bem informadas sobre os problemas ambientais em geral e os pan-amazônicos em particular, além de preparadas tecnicamente para sustentar um debate crítico que se mostra cada vez mais necessário. De forma legítima, elas reivindicaram maior protagonismo nas decisões planetárias e naquelas que afetam a Amazônia, questionando não apenas a institucionalidade do discurso oficial do governo brasileiro e da Organização das Nações Unidas, mas também denunciando o papel do imperialismo na América Latina para a perpetuação de um modelo de desenvolvimento que subordina essa região a interesses exógenos. A Cúpula dos Povos emergiu, portanto, como espaço fundamental de resistência, onde povos indígenas, comunidades tradicionais, movimentos sociais, pesquisadoras, pesquisadores e ambientalistas vindo de muitos países, confrontaram as narrativas hegemônicas que historicamente silenciaram as vozes do Sul Global.

         Com o lançamento do dossiê temático "AMAZÔNIA PÓS-COP 30: VOZES E CONFLITOS DESDE A CÚPULA DOS POVOS", a Revista NCN busca promover um debate crítico e anti-colonial sobre o pós - COP30 em perspectivas contemporâneas.

         Serão bem-vindos artigos teóricos, resultados de pesquisa empírica e reflexões sobre os temas: mudanças climáticas, transição socioecológica, transição energética, extrativismos, financeirização, conflitos e resistências, restauração de territórios, geopolítica do desenvolvimento e colonialidade, justiça ambiental e padrões de governança socioambiental.  Interesse em especial para análises originais que deem centralidade às vozes e agências críticas dos sujeitos sociais frequentemente marginalizados nos debates oficiais sobre clima e desenvolvimento.

Lançamento da chamada: 28/01/2026

Prazo final para submissões: 13/04/2026

Publicação do dossiê: a partir de junho de 2026 (de forma contínua)

Editores do dossiê: Nírvia Ravena (NAEA/UFPA), Carlos Potiara Castro (FACS/UFPA), Marcos Colón (ASU/EUA), Roberto Goulart Menezes (IREL/UnB), João Paulo Lima Barreto Tukano. (Bahserikowi, NEAI/UFAM, ABC, OTCA), André Fernando Baniwa (SESAI/MS).

Os artigos submetidos para o dossiê devem seguir as condições de submissão disponível em Diretrizes para os autores (https://periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/about/submissions#authorGuidelines) e ser submetidos pelo sistema da revista (https://periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/about/submissions#onlineSubmissions).

A NCN (https://periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/index), revista de acesso aberto diamante, é considerada a principal publicação científica na área de Ciências Sociais Interdisciplinar especializada em Estudos Amazônicos em nível global. Com índice de aceitação de artigos de 50%, ela é indexada no Web of Science e conta com cerca de 600 citações anuais pelo Google Scholar.

 

 
Publicado: 2026-03-26