Ciclos femininos e resistência em (re)leituras ecofeministas de Omáua, a menina que mora no fundo dos rios, de Eliane Potiguara e o mito de deméter, de Martha Robles
Resumo
Este artigo analisa as narrativas Omáua, a menina que mora no fundo dos rios, de Eliane Potiguara, e O mito de Deméter, recontado por Martha Robles, sob uma perspectiva ecofeminista. O estudo investiga como ambas as histórias, apesar de pertencerem a contextos culturais e temporais distintos, se entrelaçam ao valorizar o vínculo entre feminino, natureza e resistência. As personagens centrais, Omáua e Deméter, simbolizam a ciclicidade da vida, a
conexão espiritual com a terra e a preservação cultural por meio da narrativa. Diante disso, o presente trabalho ressalta como essas obras articulam elementos sagrados, ecológicos e políticos, promovendo reflexões sobre identidade, ancestralidade e sustentabilidade.
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PDFDOI: http://dx.doi.org/10.18542/moara.v0i72.21321












