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Memória social e construção de mitos fundacionais: separatismo na Amazônia oriental

Idelma Santiago da Silva

Resumo

Este trabalho trata do processo histórico de erguimento de memória social visando legitimar reivindicações de recortes político-territoriais na Amazônia Oriental brasileira. Nestas reivindicações estão imbricados interesses de ordenamento social e de domínio de território pelas denominadas redes do agronegócio (monoculturas e mineração). Neste artigo abordarei, brevemente, os casos do Maranhão do Sul (MA) e Carajás (PA). Estão em jogo, como interesse articulador, pretensões de estruturação de arranjos regionais de poder sobre o território e as relações sociais para viabilizar um determinado modelo de desenvolvimento.

 


Palavras-chave

Memória Social, Identidade Regional, Separatismo.


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DOI: http://dx.doi.org/10.5801/ncn.v17i1.1524

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Print ISSN: 1516-6481 – Eletrônica ISSN: 2179-7536