O LIMITE QUALITATIVO DE MODELOS QUANTITATIVOS

Osvaldo Frota Pessoa Junior

Resumo


O presente artigo discute a limitação qualitativa de modelos matemáticos e computacionais. Por “qualitativo” entende-se não uma descrição linguística fuzzy ou sem o uso de matemática, mas sim a vivência de qualidades subjetivas e a extensão deste conceito para a materialidade das coisas, em oposição à suas relações estruturais. Explora-se didaticamente o “espectro funcionalista”, em que diferentes posições filosóficas a respeito da natureza da consciência são apresentadas. Esta análise opõe, de um lado, as visões comportamentalistas, funcionalistas e mecanicistas, e de outro, as concepções mentalistas, substancialistas e qualitatistas. Mapeiam-se assim diferentes respostas à pergunta de se uma máquina pode ser consciente.

 


Palavras-chave


Comportamentalismo. Funcionalismo. Mentalismo. Modelos computacionais. Qualitatismo.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18542/complexitas.v1i1.3417




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Complexitas - Rev. Fil. Tem., Belém, PA, Brasil. ISSN:2525-4154 (online) - Email:revistacomplexitas@gmail.com. Está obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.